Palco de Arte Itinerante reúne 18 bandas de rock durante 11 dias

Projeto integrou a programação do Festival de Artes de Itu.

O “Palco Roda Torta de Arte Itinerante e Intervenção Urbana” contou com a apresentação de 18 bandas independentes entre os dias 14 e 24 de julho, em diversos locais da cidade de Itu. A programação – que integrou a realização do18º Festival de Artes de Itu – foi coordenada pelo coletivo ituano Roda Torta – grupo responsável por submergir a cultura rock no município.

A proposta é espalhar a arte colocando bandas e artistas independentes pra se apresentar em calçadas e becos da cidade. “Queremos mostrar que também sabemos fazer música e que, apesar de a cena independente ainda estar crescendo em Itu e de não termos muito apoio, podemos tocar, sim”, destaca um dos idealizadores do projeto, Sérgio Christo.

Geradores à base de gasolina alimentam a energia dos equipamentos nos shows. “Tocar na calçada com geradores é uma maneira de aproximar as pessoas e mostrar que isso também é arte, que é música. Queremos fazer shows itinerantes não só em Itu e não só com bandas da cidade. O objetivo é fazer um intercâmbio de bandas das cidades da região”, explica Allan Roosch, um dos fundadores do Roda Torta.

Apesar do Festival de Artes ter se encerrado no domingo (24 de julho), o coletivo Roda Torta deve continuar com as ações independentes, levando a arte itinerante a diversos pontos do município. Mais informações podem ser adquiridas por meio do blog do coletivo.

Atrações

A programação rock em Itu teve início no dia 14 de julho, com a apresentação de quatro bandas na Praça do Carmo. Na oportunidade, roqueiros de toda a região compareceram em peso ao local e a noite foi marcada pela “reviravolta” do gênero ao município.

As demais apresentações contaram com apoio da Secretaria de Cultura e ocorreram em três palcos improvisados: Praça do Bom Jesus, Beco da Paula Souza e ao lado da Praça da Matriz. Os shows atraíram bom público em todos os dias e em nenhum deles foram registrados qualquer tipo de ocorrência. 

As bandas que se apresentaram Palco Itinerante foram:Vespa Negra (Itu), Verrina (Itu), A Topera (Itu), Holiday Nice (Itu), Mackiavelix (Itu), O que será do amanhã? (Itu), Ynna Young (Itu), The 07 (Campo Limpo Paulista), Gasoline Special (Jundiaí), Sallys Home (Jundiaí), Hellgrass (Salto), 30 Moedas de Prata (Salto), Descontents (Itu), Ini (Sorocaba), Matis (Sorocaba), Celophones (Cerquilho), Cobras (Sorocaba) e Matilha Alada (Itu).

Itu.com.br

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Porão do Rock aposta na diversidade e em bandas independentes

Hamilton de Holanda vai apresentar show especial, com repertório de rock.
Atrações internacionais fazem shows também em São Paulo e em Goiânia

Chegando à 14ª edição, o festival Porão do Rock deste ano não será realizado apenas em Brasília. Parte das atrações que vão subir nos palcos no Nilson Nelson na sexta (29) e no sábado (30) faz shows também em Goiânia, São Paulo e Buenos Aires, na Argentina.

De acordo com o produtor geral do evento, Gustavo Sá, o objetivo é disseminar a marca do festival. “São ações menores, mas que levam a marca do Porão do Rock”, afirmou.

A entrada para o festival é gratuita, mediante a entrega de um quilo de alimento não perecível. O ingresso pode ser obtido no site do Porão do Rock.

Entre as atrações principais desta edição, estão as bandas americanas Helmet e Jon Spencer Blues Explosion, os argentinos do The Tormentos e a banda escandinava Symfonia. Copacabana Club (SP), Cidadão Instigado (CE), Brollies & Apples (RJ), Dead Fish (ES), Camarones Orquestra Guitarrística (RN) e Lucy & Popsonics (DF) se destacam entre as atrações nacionais.

Um dos shows mais aguardados, entretanto, não é de um roqueiro clássico, mas do músico Hamilton de Holanda, que vai apresentar um repertório diferenciado e contar com a participação do vocalista do Galinha Preta, banda de rock de Brasília.

Para Sá, a aposta em bandas pouco conhecidas reflete o atual cenário do mercado musical. “Não houve uma renovação no mainstream nacional, o mainstream nacional acabou quando a indústria fonográfica faliu, dez anos atrás. O que existe são dezenas, centenas, milhares de bandas maravilhosas no circuito independente.O que a gente fez foi acompanhar o ciclo do mercado. O mercado hoje é esse, as bandas independentes hoje são essas”, declarou.

Ao todo, 43 bandas vão se apresentar no festival, sendo que 22 são de Brasília (confira aprogramação completa). As seletivas de bandas brasilienses foram feitas em Sobradinho, Gama, Taguatinga e Plano Piloto. “Em determinadas regiões que eram basicamente de som pesado a gente se surpreendeu com excelentes bandas de outros estilos”, afirmou Sá.

A organização espera cerca de 30 mil pessoas por dia. Com orçamento total de cerca de R$ 2,5 milhões, o Porão recebeu R$ 1,75 milhão do GDF. “Nós temos uma juventude plural, que gosta de samba, que gosta dos cantadores da Casa do Cantador em Ceilândia e que gosta de rock. E nós temos a obrigação de acolher essa diversidade”, afirmou o secretário de Cultura, Hamilton Pereira.

Além dos dois dias de show, será realizada na quinta-feira (28) um debate sobre a profissionalização dos músicos, no Museu Nacional da República, com entrada gratuita.

G1

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Conheça 5 “rock places” indispensáveis na capital britânica segundo órgão oficial de promoção de turismo do reino unido!

Poucas cidades guardam tantos endereços relevantes para o gênero como Londres. O blog do Visit Britain, o órgão de promoção turística oficial do Reino Unido, elaborou uma lista de cinco “rock places” indispensáveis na capital britânica.

Encabeçando a lista, a travessia mais famosa do mundo. Todos os dias, um sem número de beatlemaníacos ou não fazem fila para atravessar de uma calçada para a outra na Abbey Road. Este é o endereço do estúdio de mesmo nome, onde os Beatles gravaram boa parte de seus álbuns, incluindo “Abbey Road”, cuja fotografia da capa os fãs até hoje tentam reproduzir.

Para os fãs de The Clash, uma dica é visitar o lado oeste de Londres e procurar o Acton Town Hall (High St, em Ealing), em cujo palco Joe Strummer e Mick Jones tocaram juntos pela última vez. O bairro de Acton, aliás, é cheio de referências à banda, uma das precursoras do movimento punk e autora de clássicos do gênero que remetem à cidade, como “London Calling”, “London Burning” e “Guns of Brixton”, entre outras.

Numa linha oposta à simplicidade do Clash, o Pink Floyd também viveu seus melhores momentos na cidade da rainha Elizabeth II. Alguns deles foram vividos no Britannia Row Studios, na rua de mesmo nome, em Islington, construído pela banda e usado na gravação de algumas partes do álbum “The Wall”. O coro infantil em “Another Brick in the Wall”, por exemplo.

A lista inclui ainda o Cart & Horses Pub , em Stratford, East London, onde o Iron Maiden tocou como banda residente em seus primeiros anos de carreira, por volta de 1976, e o prédio de tijolinhos no número 23 da Brook Street, no elegante bairro de Mayfair. No ano de 1968, se mudou para lá um tal Jimi Hendrix.

E para você, que outros endereços incluiria num roteiro rock’n'roll, em Londres ou qualquer outro lugar do mundo?

Fonte: O Globo

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13 de Julho – Dia mundial do Rock!

Salve o bom e velho rock´n roll!!

Você sabia como a data começou a ser comemorada?

Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres na Inglaterra e na Filadélfia nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits,Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.

Foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres erradicar a miséria do mundo.

Desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.

 

Fonte: Wikipedia

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Cambistas vendem ingressos do Rock in Rio de R$ 200 por mais de R$ 1 mil

Dez anos após a sua terceira edição, o Rock in Rio está de volta à Cidade Maravilhosa e, junto com ele, um velho problema que já virou rotina em grandes eventos que tem o Rio de Janeiro como palco: a atuação de cambistas. Com os 600 mil ingressos esgotados em apenas três dias, é possível encontrar quem venda um dia de show por até R$ 1.100, enquanto o preço oficial era de R$ 190 (R$ 95 meia-entrada).

O delegado da Decon (Delegacia de Defesa do Consumidor), Maurício Luciano de Almeida e Silva, explica que é preciso uma legislação mais eficiente para combater o crime de cambismo e conta que não é raro prender um mesmo cambista mais de uma vez.

- A pena para o crime é muito pequena. A pessoa tem apenas o prejuízo de perder os ingressos. Apesar de o crime estar previsto na lei de economia popular, quem realiza é levado para delegacia, assina um termo de compromisso e pode sair pela porta da frente.

Com as brechas da lei, o serviço do cambista é fácil e lucrativo. Conseguir um ingresso não é uma tarefa difícil, basta ter dinheiro e coragem para se arriscar. Isso porque a organização do evento não se responsabiliza por convites vendidos fora dos pontos oficiais. Para encontrar o “mercado negro” não é preciso nem sair de casa, basta um clique e dezenas de ofertas aparecem na tela do computador.

Sites de leilão como o Mercado Livre e Viagogo oferecem anúncios de ingressos por até R$ 1.100, enquanto os preços oficiais eram de R$ 190 para entrada inteira e R$ 95 para meia. Já na negociação com os cambistas tradicionais, é possível encontrar “ofertas” mais atraentes. Um dos vendedores cobra R$ 400, com a taxa de entrega para o Rio de Janeiro já inclusa. Se você escolher ir buscar na zona oeste da cidade, é possível conseguir um desconto de até R$ 30.

O delegado Silva conta que é preciso um controle maior na venda de ingressos. Para ele, o caso do cambista preso em maio mostra como a própria organização do festival falha no controle de venda dos bilhetes. Na ocasião, um funcionário do banco patrocinador do evento foi preso vendendo ingressos por preços abusivos.

O funcionário, que foi pego em flagrante com 30 ingressos, se aproveitou da facilidade de ter desconto e parcelamentos especiais para lucrar vendendo os bilhetes dentro da agência em que trabalhava no bairro de Vila Isabel, na zona norte.

O bancário comprou os ingressos por R$ 142, e tentava vendê-los por R$ 450. Cada funcionário do banco foi autorizado a comprar 36 ingressos, com desconto de 20% e parcelamento em até seis vezes. Após serem apreendidos, os ingressos foram enviados para perícia e ficam à disposição da Justiça.

Em junho, policiais cumpriram três mandados de busca e apreensão na sede da empresa Nameaction Brasil Serviços de Internet, em São Paulo, que é responsável pelo site Viagogo, onde estavam sendo vendidos ingressos para o Rock in Rio com valores de até R$ 1.100. Durante a ação, foram apreendidos 17.450 dólares, documentos, um computador e agendas.

O delegado Maurício Luciano explicou que, em outra ação, os agentes conseguiram rastrear e tirar do ar o site, mas os criminosos, para dificultar a ação da polícia, criaram outro endereço eletrônico com um provedor estrangeiro, que impede que a página seja tirada do ar.

Reportagem tentou comprar ingresso

Durante a matéria, uma produtora do R7 tentou comprar ingresso com um cambista já conhecido no Rio e que atende pelo nome de Pará. O vendedor, que cobra R$ 450 por cada bilhete, só negocia dependendo da cara do cliente, já que tem medo de ser denunciado ou alvo de policiais. Pará contou ao R7 que, para conseguir as entradas, teve que pagar propina.

- Esse país só funciona com diesel, gasolina ou álcool, se não botar não anda. Para comprar só através de propina, não tem jeito. Os ingressos ficaram na mão dos tubarões, ninguém conseguiu comprar.

A quarta edição do Rock in Rio acontece no Rio de Janeiro nos dias 23, 24, 25, 29 e 30 de setembro e 1º e 2 de outubro. Entre as diversas atrações estão Red Hot Chili Peppers, Coldplay, Motorhead, Elton John, Rihanna, Katy Perry, Claudia Leitte, Capital Inicial,  Metallica, Shakira, Lenny Kravitz e Skank.

Fonte: R7

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Festin Bonito também terá show de Falcão e os Loucomotivos

Eleito o melhor projeto de música de 2010, o vocalista do O Rappa, Marcelo Falcão, juntamente com grandes músicos de outras bandas brasileiras prepara uma grande festa para o público tocando suas músicas preferidas no Festival de Inverno de Bonito. A apresentação será no dia 29 de julho, na Grande Tenda com ingressos a preços populares.

Após anos de trabalho árduo, O Rappa decidiu tirar umas férias. Assim como os jogadores de futebol aproveitam as férias para jogar uma pelada com os amigos, o músico Marcelo Falcão não pensou diferente. Reuniu uma turma da pesada para fazer um som e se divertir.

Despretensiosamente então, nasceu o Projeto Loucomotivos, e o que era pra ser apenas um ensaio pré-carnavalesco virou o maior barulho da Lapa nos últimos verões cariocas. A idéia era aproveitar esse período de descanso se divertindo muito e tocando as músicas preferidas de seus podcasts como: “Exodus”, de Bob Marley, “Mantenha o Respeito”, da legendária Planet Hemp, “Você”, de Tim Maia, “Inútil”, do Ultraje a Rigor, “Novidade”, de Gilberto Gil, entre outras.

A primeira apresentação aconteceu em 2005 na Marina da Glória e depois disso a banda foi convidada por uma marca de cerveja para tocar em seu bloco no carnaval de Salvador, onde tocou por dois anos consecutivos.

O projeto foi tão bem aceito pelo público que o Circo Voador convidou os Loucomotivos para assumir as noites de quartas-feiras no Verão do Circo. Em 2009 Falcão decidiu não tocar para que não atrapalhasse o lançamento do disco “7 Vezes” do Rappa.

Mas agora, em 2010, com O Rappa de férias, os Loucomotivos se reencontraram. Fizeram o Réveillon em Fernando de Noronha e uma nova temporada no Circo, e a brincadeira deu tão certo que eles resolveram esticar um pouco e levar essa diversão para todo o Brasil.

Quem já viu quer ver de novo, e quem ainda não conhece não perde por esperar. A diversão é garantida, afinal os Loucomotivos são motivados pela loucura musical.

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“Dia Mundial do Rock” será comemorado no Parque dos Espanhóis

Para comemorar a passagem do Dia Mundial do Rock – que acontecerá na quarta-feira, dia 13 de julho – a Secretaria da Cultura e Lazer (Secult) programou para as noites dos próximos dias 12, 13 e 14, um evento com muita música e agitação no Parque dos Espanhóis, em Pinheiros. Será o Arena Rock 2011.Os shows começarão sempre às 18h e seguirão até as 22h. A entrada será a doação de um agasalho em bom estado para ser revertido a instituições de caridade. Já confirmaram presença as bandas Novo Amanhã, Nantis, Pink Dreams, Fast Food, Maligna, Mantis, Back Road, Full House, Musikaos, Ice Kiss, Ini, Alakazan, Godzila e Calango, Valveline e Bordot.

Dia do Rock

Esta data é comemorada desde 1985. Foi no Live Aid – festival pelo fim da fome na Etiópia – que o 13 de julho ficou conhecido como o Dia Mundial do Rock. O Live Aid foi um festival que aconteceu simultaneamente na Filadélfia (EUA) e em Londres (Inglaterra) e apresentou nomes como Black Sabbath (com Ozzy), Status Quo, INXS, Loudness, Mick Jagger, David Bowie, Dire Straits, Queen, Judas Priest, Bob Dylan, Duran Duran, Santana, The Who e Phil Collins entre muitos outros.

Fonte: Cruzeiro do Sul
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